A inteligência emocional tem se destacado como competência essencial na prática docente, especialmente diante dos desafios da educação contemporânea. A sala de aula configura-se como um espaço de interações complexas, em que o professor atua não apenas como mediador do conhecimento, mas também como gestor de emoções. O presente estudo tem como objetivo analisar a importância da inteligência emocional no processo de ensino-aprendizagem e no desenvolvimento integral dos estudantes. A pesquisa adota abordagem qualitativa, de natureza bibliográfica, fundamentada em autores clássicos e contemporâneos, como Mayer e Salovey, Goleman, Bisquerra, Nóvoa e Oliveira, além da Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017). Os resultados evidenciam que professores emocionalmente competentes constroem ambientes mais colaborativos, inclusivos e motivadores, favorecendo o engajamento discente e a redução de conflitos. Conclui-se que a inteligência emocional deve ser compreendida como dimensão indispensável à formação inicial e continuada dos professores, sendo estratégica para a promoção de uma educação humanizada, democrática e de qualidade.