Este artigo aborda a relevância do desenvolvimento de materiais didáticos adaptados e interativos como suporte pedagógico na Educação Infantil, especialmente no processo de inclusão de crianças com deficiência. Parte-se da compreensão de que a mera presença do aluno em sala de aula não garante sua aprendizagem e participação ativa, sendo necessário o uso de recursos que respeitem suas singularidades e potencializem o seu desenvolvimento integral. O presente estudo, ancora-se teóricamente nos estudos de Vygotsky (1991), Mantoan (2003), Oliveira (2010) e Nóvoa (1992), além dos marcos legais da educação inclusiva no Brasil. Destaca-se que a criação de materiais acessíveis, visuais, táteis, sonoros, digitais e lúdicos, contribui para o rompimento de barreiras de comunicação e aprendizagem, favorecendo práticas pedagógicas mais equitativas. Esta investigação possui caráter qualitativo, exploratório e bibliográfico, pois busca refletir sobre o papel do docente como mediador, criador de estratégias inclusivas e agente de transformação. Concluímos que investir na produção e no uso de materiais adaptados é essencial para efetivar o direito à aprendizagem, promover a equidade e fortalecer uma Educação Infantil democrática e humanizadora.